A Minha Matilde & Cª
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12 de Março ...

A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos!
Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;
2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto ...
12 de Março de 2011 - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política ...! Etiquetas: Correntes, Crise, Governo, Imagem do Dia, Liberdade, Manif, Politica
O Municipio de Loulé ...
Acaba de aprovar por unanimidade, em reunião de Câmara do dia 10/11/2010, o lançamento de Derrama Municipal para o ano fiscal de 2011 de 1,5% em sede de IRC (Artº 14 da Lei das Finanças Locais). Para um concelho que aumenta a carga fiscal dos seus contribuintes, deveria também ser mais contido com os seus gastos correntes. Muitos concelhos abdicaram completamente da Iluminação como medida de contenção, permitindo uma poupança imediata no erário Municipal como foi o caso de Évora e Sintra.
Mas em Loulé, apesar da dita crise continua-se ... A gastar dinheiro á Grande e á Francesa ... Á custa de quem ...!?
Etiquetas: Crise, Imagem do Dia, Impostos, Loulé, Natal
Portagens na A22 ? NÃO ...!
Para quem tinha dúvidas acerca das promessas do passado ...!
Via FacebookPost Scriptum: “Se algum gatuno me quiser roubar mais 100 euros, eu defendo-me. Se três me tentarem roubar, eu chamo a polícia. Mas quem é que eu devo chamar quando os três 'gatunos' são os três partidos, o PS, o PSD e o CDS, que se uniram na Assembleia da República para inviabilizar a lei das portagens?” in Destak Etiquetas: Algarve, Crise, Facebook, Governo, Imagem do Dia, Imprensa, Petição, Politica, Portagens, Promessas
E o Burro sou eu ...!?
 Foi solicitado a um prestigioso assessor financeiro que explicasse esta crise de uma forma simples, para que toda a gente pudesse entender as suas causas. O seu relato foi este:
Um certo cavalheiro foi a um aldeia onde nunca havia estado antes e ofereceu aos seus habitantes 100 euros por cada burro que lhe vendessem. Boa parte da população vendeu-lhe os seus animais.
No dia seguinte voltou e ofereceu um preço melhor: 150 euros por cada burrico. E outro tanto da população vendeu-lhe os seus.
A seguir ofereceu 300 euros e o resto das pessoas vendeu os últimos burros. Ao ver que não havia mais animais, ofereceu 500 euros por cada burrico, dando a entender que os compraria na semana seguinte. E foi embora.
No dia seguinte enviou o seu ajudante à mesma aldeia com os burros que comprara, para que os oferecesse a 400 euros cada um.
Diante do possível lucro na semana seguinte, todos os aldeões compraram os seus burros a 400 euros e quem não tinha o dinheiro pediu-o emprestado. De facto, compraram todos os burros do município.
Como era de esperar, este ajudante desapareceu, tal como o cavalheiro inicial. E nunca mais foram vistos.
Resultado: A aldeia ficou cheia de burros e endividada.
Até aqui, foi o que contou o assessor. Vejamos o que se passou depois.
Os que haviam pedido emprestado, ao não venderem os burros não puderam pagar o empréstimo.
Aqueles que haviam emprestado o dinheiro queixaram-se à municipalidade dizendo que se não recebessem ficariam arruinados; então não poderiam continuar a emprestar e todo o povo ficaria arruinado.
Para que os prestamistas não se arruinassem, o presidente da municipalidade, em vez de dar dinheiro às pessoas do povo para pagarem as dívidas, deu-o aos próprios prestamistas. Mas estes, já cobrada grande parte do dinheiro, entretanto não perdoaram as dívidas do povo, que continuou endividado.
O presidente da autarquia delapidou o orçamento da municipalidade, a qual também ficou endividada. Então pede dinheiro a outras municipalidades. Mas estas dizem-lhe que não podem ajudá-lo porque, como está na ruína, não poderão receber depois o que lhe emprestarem.
O resultado: Os espertos do princípio, enganados.
Os prestamistas, com os seus ganhos resolvidos e um monte de gente à qual continuarão a cobrarem o que lhes emprestaram mais os juros, apropriando-se inclusive dos já desvalorizados burros que nunca chegaram a cobrir toda a dívida.
Muita gente arruinada e sem burro para toda a vida. A municipalidade igualmente arruinada.
O resultado final?
Para solucionar tudo isto e salvar todo o povo, a municipalidade baixou o salário dos seus funcionários.
Etiquetas: Crise, Economia, História, Humor, Imagem do Dia, Textos
A Tshirt da Semana ...
"O Estado grego deve desfazer-se de forma radical das participações em empresas e vender terrenos, como por exemplo, as ilhas desabitadas”. A sugestão de Frank Schäffer, do Partido Liberal alemão deu o mote para que Atenas começasse a planear vender ou arrendar por longos períodos algumas das suas ilhas de forma a equilibrar as contas públicas e, consequentemente, reduzir o défice. A medida como surge em resposta ao plano de resgate da UE e do FMI, aprovado em Maio, e que implicou a injecção de mil milhões de euros na economia grega.
O que alguns consideram ser uma “medida desesperada”, outros acreditam ser um meio de salvação da economia do país. Das seis mil pequenas ilhas que fazem parte da Grécia, apenas 227 são habitadas, pelo que as restantes podem servir de fonte de rendimento ao país.
A ilha de Rodes, por exemplo, está já debaixo do olho do milionário russo, Roman Abramovich. Os preços dos terrenos variam entre os dois e os quinze milhões de euros."
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Solução para a Crise ...
"É altura de deixarmos de estar à espera do Estado-Social e lançarmos mão da imaginação. Sendo Portugal um destino turístico o Contracapa apresenta uma solução para diminuirmos o défice e melhorarmos, para quem puder (elas), o nosso rendimento. Aqui vai uma ideia. Esta mulher vende limonada e faz mais de 100 dólares por dia."
Via Contracapa
Etiquetas: Blogoesfera, Crise, Economia, Imagem do Dia, Sociedade, Sugestão
A Tshirt da Semana ...
Um rapazinho de 8 anos queria ganhar 100 euros e rezou durante duas semanas para Deus.
Como nada acontecia, ele resolveu mandar uma carta para o Todo-Poderoso com seu pedido.
Os CTT receberam uma carta endereçada para "Deus-Portugal" e resolveram entregá-la ao Primeiro-ministro.
O Ministro José Sócrates ficou muito comovido com o pedido e resolveu mandar uma nota de 10 euros para o garoto, pois achou que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena.
O rapazinho recebeu os 10 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:
"Querido Deus: Muito obrigado por me mandar o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que por alguma razão, o Senhor mandou-o através do Ministro José Sócrates e, como sempre, aquele filho da p... ficou com 90% do que era meu!"
Tshirt Original do:  Etiquetas: Anedotas, Blogoesfera, Crise, Criticus, Governo, Humor, Tshirts
Papagaio ...
Um menino regressa da escola cansado e faminto e pergunta à mãe: - Mamã, que há de comer ...? - Nada, meu filho. O menino olha para o papagaio, que têm na gaiola, e pergunta: - Mamã, porque não há papagaio com arroz ...? - Porque não há arroz. - E papagaio no forno ...? - Não há gás. - E papagaio no grelhador eléctrico? - Não há electricidade. - E papagaio frito? - Não há azeite. E o papagaio contentíssimo gritava: - VIVA O SÓCRATES ...! VIVA O SÓCRATES ...! Etiquetas: Crise, Humor, Imagem do Dia
Explicação da Crise ...
 " Para quem não entendeu ou não sabe bem o que é ou gerou a crise americana, segue breve relato económico para leigo entender ...! É assim: O Ti Joaquim tem uma tasca, na Vila Carrapato, e decide que vai vender copos "fiados"aos seus leais fregueses, uns borracholas, outros desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose do tintol e da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços pagam pelo crédito). O gerente do banco do Ti Joaquim, um ousado administrador com um MBA muito reconhecido, decide que o livrinho das dívidas da tasca constitui, afinal, um activo negociável, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o "fiado" dos pinguços como garantia. Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e transformam-nos em Warrants, CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrónimo financeiro que nem todos sabem exactamente o que quer dizer. Esses produtos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (os tais livrinhos das dívidas do Ti Joaquim). Esses derivados vão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países. Até que alguém descobre que os borracholas de Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e a tasca do Ti Joaquim vai à falência. E toda a cadeia se lixou … Viram... é muito simples ...! Etiquetas: Blogoesfera, Citações, Crise, Economia, Email, Textos
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